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Com ouro na natação, Brasil reassume vice-liderança de medalhas no Pan

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Uma semana depois de encerrar a participação no Mundial de Esportes Aquáticos de Gwangju, na Coréia do Sul, com sete medalhas, a natação brasileira estreou com força total no primeiro dia da modalidade no Pan de Lima. Foram aos todo seis medalhas no centro aquático da capital peruana: três de ouro (João Gomes, Leonardo de Deus e equipe masculina), duas pratas (Fernando Scheffer e equipe feminina) e um bronze (Luiz Altamir). Com tantos triunfos, o Brasil voltou a ocupar a vice-liderança com 89 medalhas (27 ouros, 22 pratas, e 40 bronzes). O primeiro lugar permanece com os Estados Unidos, que soma 158 medalhas (63 ouros, 51 pratas, e 44 bronzes).

O capixaba João Gomes, de 33 anos, estreante nos Jogos Pan-Americanos, foi o primeiro a subir no lugar mais alto do pódio: veterano, ele faturou o ouro ao vencer a prova de 100m peito ao concluir em 59seg51. A prata e o bronze, respectivamente, ficaram com os norte-americanos Cody Miller (59seg57) e Kevin Cordes (1m00seg36). A conquista teve um sabor especial para o capixaba João Gomes, que não pode competir no último Pan, em Toronto, devido a um caso positivo de doping.

O Brasil também dominou a prova do revezamento 4x100m masculino, com direito a recorde pan-americano e o hexacampeonato. A equipe formada por Breno Correia, Marcelo Chierighini, Bruno Fratus e Pedro Spajari completaram a prova em 3m12s61. Os Estados Unidos foram prata com a marca de 3min14seg49 e o México levou o bronze, com 3m17seg70. Foi o sexto título seguido no Brasil no revezamento em Jogos Pan-Americanos, e Bruno Fratus também esteve presente nas conquistas de 2011e 2015.

Esta madrugada foi dourada para o sul-mato-grossense Leonardo de Deus: ele se tornou tricampeão consecutivo da prova dos 200m estilo borboleta. O brasileiro chegou em primeiro lugar (1m55seg86),deixando para trás o norte-americano Samuel Pomajevich (1m57seg35) e o colombiano Jonhatan Gomez (1m57seg75) .

Outro destaque foi a equipe feminina no revezamento 4x100m livre. Etiene Medeiros, Larissa Martins de Oliveira, Manuella Lyrio e Daynara de Paula asseguraram a prata com o tempo de 3m40seg39, atrás equipe norte-americana (3m39seg59) , que faturou o título. O bronze ficou com a equipe do Canadá (3m41s01).

E fechando a madrugada, faltou pouco para o brasileiro Fernando Scheffer levar o ouro na prova dos 400m livre masculino. O gaúcho liderou boa parte da disputa, mas nos 100m finais, foi superado pelo norte-americano Adrew Abruzzo (3m48seg41). Scheffer chegou em segundo lugar (3m49seg60), e Luiz Altamir Melo,natural de Roraima, ficou com o bronze (3m49seg91).

Primeiro ouro no Tênis de Mesa

Na disputa de duplas masculinas, deu Brasil contra a Argentina: 4 a 2, depois de um confronto emocionante. Do lado verde e amarelo estava o número seis do mundo, o carioca Hugo Calderano, e o paulista Gustavo Tsuboi, atual 32º no ranking mundial. Do lado dos hermanos, Gaston Alto (atual 176º) e Horácio Cifuentes (91º).

A dupla brasileira saiu na frente, vencendo com tranquilidade o primeiro set, mas foi atropelada no início da parcial seguinte: os argentinos chegaram a abrir 8 x0 de vantagem. Os brasileiros correram atrás, e até conseguiram empatar em 12 a 12, mas foram os argentinos que fecharam o set, e igualaram o placar 1 x 1. Confiante, a dupla argentina também levou o set seguinte, e virou o placar: 1×2 para os hermanos. O time verde e amarelo reagiu, e arrancou o empate: 2×2. O quinto set, foi um dos mais acirrados, mas Calderano e Tsuboi levaram a melhor e passaram a frente no placar: 3×2. A definição da partida veio nos pontos finais do sexto set, com ataques precisos de Calderano e Tsuboi: os brasileiros fecharam na frente por 12 a 10 e sacramentaram a vitória por 4 sets a 2, que garantiu o título e a medalha de ouro.

Chances de medalhas nesta quarta

O segundo dia de provas de pista do Atletismo – ontem o Brasil conquistou um ouro e dois bronzes – promete muita emoção. As disputas começam a partir das 16h. Entre os brasileiros estão Paulo Andre e Rodrigo Nascimento na disputa dos 100m rasos. No arremeso do peso, o catarinense Darlan Romanio é favorito a levar o ouro.

Nas provas de natação, à tarde, o gaúcho Fernando Scheffer e o baiano Breno Correia têm grandes chances de medalhas nos 200m estilo livre.

Na esgrima, a campeã mundial Nathalie Moelhoussen é favorita na espada.

E hoje também tem estreia da seleção brasileira de vôlei feminino, que inicia a busca pela quinta medalha de ouro em Jogos Pan-Americanos. O Brasil enfrenta a seleção de Porto Rico,a partir das 15h.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

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Futebol de 5 do Brasil chega invicto a Lima

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Arquivo/Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Naquela oportunidade os atletas brasileiros estrearam nos jogos já sob pressão. Após a derrota no Mundial de 2006, o Parapan de 2007 seria a única chance de classificação para os Jogos Paralímpicos de 2008. E o objetivo foi alcançado, com o triunfo de 1 a 0 na final sobre a Argentina. A partir daí uma vitória chamou a outra, o que levou à conquista de 24 títulos em sequência.

Após a primeira conquista, a equipe passou a lidar melhor com a pressão, como afirma Ricardinho, um dos veteranos do time: “Estamos acostumados a essa pressão, não só pelo histórico no Parapan, mas pelos títulos que o Brasil ganhou. Mas deixamos isso fora das quatro linhas. Sabemos que sempre temos que aumentar um pouco o nível. E nossa equipe sempre é a equipe a ser batida. Então temos que teressa consciência. Pois, se vacilar, complica”.

Experiência em campo

Para subir mais uma vez ao lugar mais alto do pódio, a equipe brasileira mistura o fôlego da juventude com a experiência de Ricardinho e Damião, que permanecem na equipe desde a estreia em 2007. Para Damião, essa integração possibilita a continuidade na qualidade do futebol: “Quando comecei não tinha essa base. É importante passar nossa experiência, pois em pouco tempo eles irão assumir a camisa da seleção principal. E esse Parapan já é uma porta de entrada para muitos que chegam agora”.

Regras diferentes

O futebol de 5 tem regras diferentes do futebol convencional. A modalidade é disputada por pessoas com deficiência visual, em partidas de dois tempos de 20 minutos nas quais não há cobranças de lateral ou escanteios. Os atletas usam vendas para que não haja vantagem dos que enxergam parcialmente em relação àqueles que nada veem.

As bolas possuem guizos que fazem um barulho para orientar os atletas em campo. Além disso, atrás de cada gol fica um membro da comissão técnica, atuando como guia ou chamador. A função dele é orientar os atletas apenas quando eles entram no campo de ataque. Por esta razão, no futebol de 5, o silêncio é a melhor forma de torcer. Fica a dica.

Fonte: Agência Brasil

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